Infância missionária realiza carreata em ato contra violência infantil

O ponto de partida dos carros será a Praça Miguel Rossafa até a Paróquia Catedral do Divido Espírito Santo em Umuarama-PR.

 

A infância e adolescência missionária realizará nesse sábado (18) uma carreata numa ação nacional de combate a violência infantil contra a criança e o adolescente. O ponto de partida dos carros será a Praça Miguel Rossafa até a Paróquia Catedral do Divido Espírito Santo em Umuarama-PR, durante o percurso serão feitos momentos de oração para cada continente.
A coordenadora do Decanato Catedral, Elizabety Barroso explica que a infância e adolescência missionária (IAM) tem a obra além fronteiras que tem o compromisso de rezar pelas crianças do mundo inteiro. Nesse trabalho as crianças aprendem também a partilhar ajudando o “cofrinho missionário”, elas cooperam materialmente com ofertas, que são frutos de seus sacrifícios, e
destinam para obras dedicadas às crianças e para evangelizar em diversos países, esse ano a arrecadação vai para o continente Africano.
Elizabety, conta que esse ano a IAM comemora 176 anos, “com essa ação queremos chamar atenção para o que está acontecendo com as crianças, nosso propósito é um manifesto contra a violência infantil”.
Isabela Lira de Lima, coordenadora do decanato da São Francisco de Assis, destaca que muitas crianças têm esse problema na comunidade, “as vezes do lado da nossa casa e não enxergamos, porque não participamos muito da vida de cada um, mas é um ato que faz com que as crianças enxerguem a situação e aprendam a falar que alguma coisa está errada. A nossa função é zelar por elas, é cuidar, é conhecer a família e é nessas ações que conhecemos algumas das necessidades”.
A coordenadora explica que essa ação é chamada de “bate latas”, esse nome foi colocado por se tratar de criança, como o trabalho é infantil é preciso ser algo mais lúdico, para desenvolver a atividade com eles de uma forma mais dinâmica. A expectativa é para que as crianças interajam entre si e conheçam outras realidades, que muitas vezes elas não conhecem. “Somos ligados ao Papa, as nossas crianças são ligadas a ele e tudo o que fazemos está ligado ao que ele pede, pelas Pontifícias Obras Missionárias (POM)”, conclui Isabela.

 

Fonte: Érica Bolonhezi
Jornalista diocesana
Fotos: Rejane Rocha
Assessora de comunicação e PASCOM diocesana

 

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